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CGJ/AL: CGJ/AL avança na implantação do Selo Digital e estabelece metas para Ouvidoria

Expectativa é que os cartórios extrajudiciais de Maceió recebam a tecnologia até o fim deste mês; Ouvidoria Judiciária é acompanhada pelo corregedor

O corregedor Fernando Tourinho deu continuidade às reuniões com os setores da Corregedoria Geral da Justiça de Alagoas (CGJ/AL) e, nesta quarta-feira (10), dialogou com a equipe da Diretoria Adjunta de Tecnologia da Informação (Diati), responsável pela implantação do Selo Digital no Estado, e Ouvidoria Judiciária.

Durante as reuniões, as equipes apresentaram um balanço do que já foi realizado, discutiram sobre as dificuldades que tiveram durante o primeiro semestre e elencaram prioridades para a segunda etapa.

No âmbito de tecnologia, a expectativa é que os cartórios extrajudiciais de Maceió recebam o Selo Digital até o final de julho e que a implantação em todo o Estado ocorra até dezembro de 2019.

O Selo Digital é uma das prioridades do corregedor Fernando Tourinho e, desde o semestre passado, a Corregedoria tem trabalhado junto à Escola Superior da Magistratura (Esmal) para capacitar os oficiais de cartórios ao uso da ferramenta.

A tecnologia começou a ser implantada em março de 2019, por meio de um sistema desenvolvido pela Diati, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), e permite que o histórico do ato notarial seja acessado em qualquer lugar do mundo por meio do código QR.

Ouvidoria Judiciária
Na oportunidade, o corregedor ratificou a importância da Ouvidoria Judiciária, órgão que tem buscado agilizar procedimentos. “A nossa Ouvidoria é a caixa de entrada das demandas para a Corregedoria e ela pode diminuir, e muito, os serviços, porque ela recebe os pedidos de providências e tenta resolver, de forma amigável, com os juízes do Estado”, disse.

Ainda segundo o corregedor, a Ouvidoria já apresenta mais de 70% de resultados positivos. “O ouvidor já apresentou propostas e vai trabalhar neste segundo semestre contando com o apoio do corregedor na solução das demandas”, concluiu.

Fonte: CGJ/AL

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