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Clipping – Correio Braziliense – Lançamento de imóveis de alto valor sobe 69,6% no DF

Segurança, famílias menores e a procura por alternativas aos investimentos tradicionais são alguns dos estímulos para o crescimento do mercado imobiliário de alto padrão. Em algumas cidades, esse segmento conseguiu ser preservado dos efeitos do baixo crescimento do país. É o caso de Brasília, que tem a maior renda familiar média per capita do país — segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, de 2017 — de R$ 2.548, o dobro da média nacional, de R$ 1.268.

Segundo dados da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), os lançamentos de imóveis para o público de alta renda cresceram mais do que o dobro da média do mercado. No acumulado em 12 meses (junho de 2017 a maio de 2018), enquanto o alto padrão teve uma alta de 69,6%, o mercado geral registrou um aumento de 27,1%.

Para as construtoras, um dos atrativos para quem quer investir nos imóveis de alto padrão é o potencial de agregação de valor ao empreendimento. Cada vez mais há adicionais, não só na parte de construção civil, mas também em aspectos de segurança, conforto e praticidade para os moradores. Também são valorizados pelos compradores informações como a autoria do projeto e do design de interiores. Quanto mais os nomes são conhecidos, mais o imóvel é valorizado.

Essa sofisticação não se limita apenas aos projetos. Os corretores também têm de se preparar para clientes mais exigentes, identificando preferências e a forma mais adequada de atender o comprador de alta renda.

Diretora da Construtora Villela e Carvalho, Nathalia Serroni se mostra otimista com o mercado de alto padrão do Distrito Federal. Atualmente, a empresa tem dois empreendimentos no setor Noroeste, um dos endereços mais recentes em Brasília para quem tem poder aquisitivo mais alto. O Mondo, de quatro dormitórios, tem área entre 200 e 414 metros quadrados. Já o Allure é maior, vai de 246 a 600 metros quadrados. O preço do metro quadrado é de cerca de R$ 11,5 mil, e o imóvel mais caro no Allure custa por volta de R$ 6,5 milhões.

“Esse empreendimento foi lançado no ano passado e já tem 80% vendido. O desempenho, até agora, foi um pouco acima do que esperávamos, cerca de 10%. Mas isso acontece porque são poucas as opções para quem procura esse tipo de imóvel”, explica Nathalia. Em junho, diz a executiva, houve uma pequena queda na procura por conta da greve dos caminhoneiros, organizada em maio, que deixou muita incerteza no ar em relação à economia. Mas, em julho, o interesse por fechar negócio aumentou novamente.

Fonte: Correio Braziliense

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